Follow @EscravoSexual_ Escravo Sexual - Meu presente de um ano de casada.

Meu presente de um ano de casada.

Bom, gente, como esse é meu primeiro relato peço desculpas se não sair muito bem. Também acho que vai ficar meio longo porque contando a história, relembro e vivo novamente, o que me deixa muito excitada. Portanto, que fique claro: o conto é longo e detalhado, demora para chegar à ação de verdade. Leia quem tiver disposição. Como frequento esse site há algum tempo notei que aqui é um bom lugar para desabafar, trocar experiências e conhecer gente que divide desse mesmo desejo louco por sexo que eu tenho.

Já percebi que é de praxe começar se apresentando. Vou omitir meu verdadeiro nome por razões óbvias: podem me chamar apenas de Toda Sarada. Tenho 25 anos, cabelos loiros compridos, olhos castanhos, sou personal trainer, por isso tenho um corpo sarado: barriga definida, coxas grossas. Meu bumbum arrebitado sempre foi natural mas hoje além de empinado ele é bem durinho. E como sempre achei meu peito pequeno, pus silicone.

A história que vou contar agora é totalmente verídica e aconteceu quando eu ainda tinha os seios pequenos. Eu tinha 20 aninhos.

Minha vida sexual começou aos 18 anos e, até os 19, fui bem fogosa: fiz muito sexo, explorei bastante minha sexualidade, não tinha preconceitos, estava muito excitada e só pensava em sexo. Aos 19 conheci o cara com quem me casei e minha vida sexual mudou. Ficou restrita a meu namorado, o Guilherme (fictício) que não me dava tanto quanto eu queria. Eu estava acostumada a transar quase todo dia, exceto naqueles dias, e isso acabou. Com meu namorado era só nos finais de semana e muito pouco: se fosse por mim, nos trancaríamos em um quarto no sábado de manhã e só sairiamos do domingo à noite. Só pararia de trepar para comer. Mas ele não era assim. No sábado íamos a um motel ou fodíamos em casa mesmo e no domingo a mesma coisa. Eu passava a semana toda com aquele tesão todo sem poder liberar e, modéstia à parte, eu sabia que tinha muitos caras querendo me comer. Vizinhos, amigos, colegas, estranhos na rua, na praia. Eu e meu namorado nos casamos quando completei 20 anos. Embora sexualmente insatisfeita, eu o amava - e ainda o amo. Ele me dava segurança, afetivamente era um sentimento perfeito. Mas na cama era muito menos do que eu queria. E nossas transas eram muito comuns: sempre em casa, sem muita emoção, sem aventura.

Algumas amigas me aconselhavam a pular a cerca e eu me recusava. Elas diziam “Amor não é o mesmo que sexo e trair não significa que você não ame. Você só vai estar transando com outro cara, mas seu sentimento é por seu marido, você não o trocaria por outro”. Esse papo tava começando a me confundir.

Um dia então eu cheguei da academia (nessa época eu apenas malhava, não era personal) e fui para o elevador. E chega um cara que eu nunca tinha visto para esperar o elevador. Ele tem cabelos loiros escuros, não é muito alto, corpo aparentemente definido, uns 30 anos. Demos boa noite. Entramos no elevador e eu desceria primeiro. Quando desci, o hall de saída do elevador tem um espelho grande e notei pelo espelho ele secando minha bunda. Normal, pra mim isso é de praxe. No outro dia de manhã, quando sai para a faculdade, entrei no elevador e estava ele. Demos bom dia e só. Mas quando saí do elevador no térreo novamente notei ele secando meu bumbum (eu estava de blusa e calça jeans bem justa). Passei alguns dias sem vê-lo e depois de algum tempo o encontrei novamente nessa mesma situação. Bom dia, boa noite, e mesmo quando tinha mais gente no elevador eu notava que quando saía ele dava aquela secada na minha bunda. Até aí pra mim era só mais um cara do prédio que me comia com os olhos.

Um dia fui na varanda e o vi na área da piscina, só de bermuda e ele tinha um corpão gostoso. Olhei para o sofá, tava meu marido conversando com dois amigos. Resolvi descer. Fiquei em dúvida sobre o que vestir porque não queria mostrar meu bumbum num biquíni logo de cara. Queria deixá-lo imaginando como seria minha bunda. Então usei um vestido até comportado, quase no joelho, e justo o bastante apenas para delinear um pouco meu corpo, mostrar o volume do meu bumbum. E desci. Quando cheguei, ele tava na piscina. Passei direto e fiquei em pé, no muro da piscina que dá para rua, apenas olhando para a rua. Ouvi um barulho de água, como se ele estivesse saindo da piscina. Não estava o vendo mas tinha certeza que ele tava me secando. Peguei o celular, fiquei ligando para algumas amigas e 15 minutos depois resolvi subir. Quando estou no hall, vejo-o vindo, se enxugando. E quando ele chegou perto de mim, jogou o papo mais velho do mundo pra puxar conversa “Calor né?” Gostei e resolvi fazer o jogo dele, respondi “Demais” E o safado “Por que não vai dar um mergulho? Nunca te vi na piscina”. Apenas dei um sorrisinho. O elevador chegou, fui entrando. Ele também e eu disse “Esse é o social, quem sai da piscina tem que ir pelo de serviço” e na cara de pau ele disse “Ah, não tem problema.” E subiu comigo. Me secou novamente como pude ver pelo espelho. Desde esse dia nos encontramos poucas vezes no elevador e só rolava um cumprimento formal.

Durante a semana estava sozinha e o interfone tocou. Quando atendi o porteiro me disse que era o morador do apartamento 401 (número fictício) querendo falar comigo. Não entendi mas disse “OK”. Então a ligação do interfone é transferida e o cara atende dizendo “Quem fala?” Eu reconheci a voz e resolvi dar uma de difícil: “Aqui é do 301”. Ele “Quem é?” E eu “Do 301”. Ele ficou envergonhado e disse “Ah, pedi 601, o porteiro errou, desculpa”. E desligou. Fiquei me perguntando o que ele faria se meu marido atendesse. Ou então ele já tinha decorado nossos carros e sabia que meu marido não estava. Alguns dias depois eu estava chegando da academia e ele estava no hall de entrada. Quando me viu, puxou conversa perguntando onde eu malhava. Respondi, ele perguntou se era perto, falei que sim, ele disse que estava procurando um lugar para malhar e perguntou se eu podia dizer meu nome, para que ele dissesse que eu dei a referência quando fosse se matricular. Enfim disse meu nome e ele se apresentou: “Marcos” (fictício). Bom, agora que já tinha dado meu nome a ele, decidi que daria mais abertura. Comecei a malhar de short (antes eu usava calças até as panturrilhas) para que ele, quando me visse, pudesse visualizar melhor meu bumbum. E deu certo: no dia que ele me viu, quando saí do elevador o vi não só secando minha bunda como estava bem compenetrado, inclusive apoiando a mão no queixo. A medida que nos encontrávamos, o papo foi evoluindo do “bom dia”/”boa noite” para conversas rápidas. Ele me disse que resolveu malhar em outra academia (mentiroso!) e conversamos mesmo pela primeira vez numa reunião de condomínio. Só que não foi só eu e ele, fomos eu, ele e meu marido: ele foi cara de pau e veio puxar conversa com meu marido, ficamos batendo papo por um tempão.

No dia seguinte o vi na piscina e pensei: “É hoje”. Fui, finalmente, de biquíni para a piscina. Quando cheguei, ele tava na água e, todo atrevido, já foi me perguntando se eu não iria tomar banho. Sorri, respondi que não e que tinha ido só me bronzear. Estendi a canga e me deitei com bumbum pra cima (passei bronzeador em casa antes de descer). De quebra, desamarrei a parte de cima para bronzear as costas, mas não tirei. Apenas soltei. Deu um tempinho, amarrei novamente e me levantei para ir embora. Como sabia que ele ia me seguir, não pus a canga de volta, fui com ela na mão. E claro que ele me seguiu. E ainda puxou conversa, perguntando se eu malhava faz tempo. Respondi que sim e ele disse “Dá para perceber!” Fiquei com vontade de perguntar sobre ele, mas não ia dar esse gostinho. No outro dia, domingo, fui na varanda e, por acaso, olhei para cima. Vi as mãos dele (o apartemento dele é em cima do meu), notei que ele estava na varanda apoiado. Correndo pus o biquíni e desci pra piscina. Deitei novamente com o bumbum pra cima e dei uma olhada rápida, Marcos estava na varanda dele, me olhando. Fiquei deitada me bronzeando e pouco depois olhei novamente. Pelo movimento de braço dele, imagino que ele estivesse se masturbando. Aí dei um mergulho. Fiquei na água um tempinho e quando olhei para cima, vi que Marcos não estava lá. Dei mais um tempo e resolvi sair. Quando cheguei no hall, ele estava lá, lendo jornal. Chamei o elevador social e ele brincou dizendo que acabei de sair da piscina, é para usar o de serviço. Estirei língua e entrei. Ele me pediu para segurar o elevador. E entrou. Puxou conversa, mas cortei, porque o elevador chegou no meu andar. Estava adorando essa provocação de leve e contei as minhas amigas que começaram a insistir pra eu dar pra ele ou no mínimo começar esticar um pouco mais nossas conversas para saber se rolaria alguma coisa.

Então um dia fui chegando da academia, eu estava muito gostosa: ainda estava meio suada, com um top bem pequeno, do tamanho da parte de cima de um biquíni, shortinho curtinho, cabelo preso. O Marcos tava no hall e quando cheguei perguntou se podia falar comigo rapidinho. Perguntei o que era, ele me mostrou a rotina de malhação dele e perguntou o que eu achava. Eu disse a ele que da série dele quem sabe é o personal dele e ele respondeu que tava pedindo opiniões dos outros porque desconfiava que o personal estivesse o enrolando. Peguei a série, olhei e disse que estava OK. Aí ele me perguntou como era minha série. Ele queria mesmo que eu ficasse lá embaixo conversando com ele. Então fui sentar no sofá do hall e começamos a conversar. Passamos umas duas horas conversando e só os 10 primeiros minutos foram sobre malhação: o restante foi vida pessoal. Descobri que o Marcos tinha 35 anos de idade, era casado. Comentei que nunca vi a esposa dele, ele respondeu que era coincidência, que eu nunca os tinha visto juntos. Mas me descreveu a esposa e, realmente, lembrava dela de vista. E lembrava que ouvia voz de mulher e choro de criança nos apartamentos de cima, mas não identificava que era do dele. Marcos explicou que ela não é muito de sair para a área comum do prédio, até porque eles tinham acabado de ter um filho. Perguntei pela aliança e ele puxou um cordão que usava no pescoço. Ele usava a aliança no cordão. Contei um pouco da minha história também. Em determinado momento meu marido chegou e perguntou se eu ia subir. Entrei no elevador. Meu marido, o Guilherme, estava de cara fechada. Chegando em casa reclamou que eu estava lá, naqueles trajes, conversando com o Marcos. Perguntou o que a esposa dele iria achar (deduzi que o Guilherme já os tinha visto juntos). Então resolvi ver o quanto eu iria conseguir mentir pro meu marido e disse que tinha acabado de chegar, porque demorei na academia comemorando o aniversário de uma colega. Quando cheguei, sentei no sofá do hall para olhar direitinho minha série, que tinha mudado, o elevador abriu e o Marcos saiu com os tênis na mão. Sentou ali para calçá-los, disse que ia malhar e estava atrasado, e naquela hora o Guilherme tinha chegado. E ele acreditou. Bingo! Mais tarde, cheguei pro Guilherme beijando, alisando, doida para dar uma trepada (já tinha uma semana sem sexo) e ele não quis, porque estava ocupado vendo um filme idiota. Aquilo me deixou puta da vida. Estava decidida: eu iria dar pro Marcos. Peguei o celular, fui para a varanda, liguei para a minha amiga e disse que resolvi começar a pular a cerca e iria precisar de conselhos.

Agora era só terminar de seduzir o Marcos. Não ia ser difícil. No sábado pela manhã o Guilherme saiu para jogar futebol. Fui para a piscina com meu fiozinho dental azul. Estava tomando sol e chega o Marcos. Sentou do meu lado e começou a conversar. E não fazia questão de que eu não notasse que vez por outra ele olhava para meu bumbum. Então, para provocá-lo ainda mais, me levantei e saí andando para a portaria dizendo que ia interfonar. Mentira, claro, não tem ninguém em casa. Voltei e estava ele lá. E notei o pau dele duro pela bermuda. Continuamos conversando, até que pedi licença e dei um mergulho. Saí do outro lado da piscina só para que ele desse uma bela olhada na minha bunda. De quebra, fiquei de costas para ele, olhando pelo muro, como se tivesse visto alguma coisa. E voltei para minha canga. Continuamos conversando até que tava na hora que eu sabia que o Guilherme voltava quando saía para jogar bola. Me levantei para ir embora e o Marcos levantou também. A bermuda era folgada, mas deu para notar aquele volume de leve. Ele estava duríssimo. Mais tarde, com o Guilherme já em casa, estava no meu quarto, perto da janela e ouvi Marcos e a esposa conversando. E o Marcos disse a ela que ia ao salão de jogos. Corri e do jeito que tava, usando um top e um short jeans (não muito curto). Cheguei ao salão de jogos e lá estava o Marcos, sentado no salão de jogos. Quando ele me viu, me cumprimentou e perguntou o que eu estava fazendo ali. Disse que estava entediada em casa, ele disse que ele também estava e aí começa um papo bem íntimo sobre nossas vidas particulares. Descobrimos os dois que estávamos com problemas sexuais em nossos casamentos embora amemos nossos companheiros. O papo foi bem leve e não deu para evitar de percebermos o quando nós dois estávamos nos desejando naquele momento. O Marcos me elogiou muito, falou do meu corpo, disse que não entendia como uma mulher gostosa como eu não tinha um marido que me satisfizesse. Quando percebi, estava de noite. Subimos juntos no elevador e na hora de nos despedirmos, fui dar dois beijinhos no Marcos, mas o segundo pegou na trave da boca, bem no cantinho. Nesse momento senti aquele calor lá embaixo, mas ignoramos o fato. Eu sabia que não ia demorar muito até nos envolvermos. Mas eu estava decidida que minha primeira pulada de cerca seria na minha casa, na minha cama de casal onde durmo com o Guilherme e (de vez em quando) transo com ele. No domingo, vi o Marcos e a esposa juntos pela primeira vez quando descia para ir visitar meus pais. Na segunda, encontrei com o Marcos no hall de entrada como já era muito comum. Brinquei perguntando se todo dia ele chegava antes de mim e ficava me esperando lá. Ele ficou com vergonha e notei que era isso mesmo que acontecia. Conversamos mais um pouquinho, mas como eu sabia que o Guilherme chegaria, fui subir. O Marcos me acompanhou e, quando fui descer no meu andar, fui dar dois beijinhos nele e demos um selinho. Ele arregalou os olhos e eu fiz de desentendida, disse apenas “Ui!” e pus a mão na minha boca. Ele pediu desculpas, respondi que tudo bem e saí. Estava muito excitada, quando o Guilherme chegou eu quis transar e ele me negou fogo de novo. Fui dormir puta da vida, mas lembrei que na quinta-feira era nosso aniversário de casamento, de um ano. E eu já sabia como ia comemorar: transando com o Marcos ali, naquela cama.

Na terça, cheguei no estágio (estagio à tarde) e pedi que me dispensassem na quinta, explicando sobre meu aniversário de casamento. Me deram a licença. Eu tinha a tarde livre na quinta e ia ficar em casa. Agora era jogar a isca pro Marcos. Chegando em casa, no meu carro, vi que Marcos estava no hall como sempre. Estacionei e peguei o celular. Entrei no hall fingindo que estava com raiva, gritando “RIDÍCULO! ELE É RIDÍCULO! TÔ PUTA DA VIDA, MULHER! DEPOIS TE CONTO COM DETALHES, TCHAU!” O Marcos brincou perguntando se eu estava nervosa e respondi (fingindo estar) irada que tirei a tarde de folga na quinta para comemorar o aniversário de casamento e o Guilherme não conseguiu tirar a tarde de folga. Eu ia passar a quinta de tarde toda sozinha em casa. Para bom entendedor meia palavra basta e sabia que Marcos entendeu o recado. Na quarta à noite o Guilherme fala que na quinta sairíamos às 8 da noite para jantar e depois pegaríamos uma suíde especial em um motel. Mas nada de sexo na quarta. E meu tesão se acumulando para o Marcos.

Na quinta na hora do almoço voltei para casa. Era quase 13h, o Guilherme disse que me iria me pegar às 20h. Então eu teria a tarde toda livre. Liguei para meus sogros por segurança e pedi para que ligassem para o Guilherme por volta das 18h e o chamassem para ir lá na casa deles - inventei a desculpa de que era nosso aniversário de casamento e eu faria um jantar surpresa. Desliguei o telefone, tirei a roupa e fiquei só de calcinha e sutiã. Fui para a varanda. Pouco depois das 13 vi o carro do Marcos vindo na rua. Eu tinha certeza que ele tinha ido lá para me comer. Alguns minutos depois a campainha tocou. Perguntei quem era e o Marcos respondeu. Entreabri a porta e apenas olhei perguntando o que ele queria e disse que estava sozinha, não podia atendê-lo. Ele pediu por favor que deixasse ele entrar, que era urgente e seria rápido. Pedi para ele esperar um pouco. Fui ao quarto, vesti uma camiseta, uma bermuda justinha de strecht (na altura da coxa) e fiquei mais 10 minutos lá. Liguei para minha amiga. Contei meu plano. Mas o que eu queria era deixar o Marcos lá, esperando e explodindo de tesão. Daí fui e abri a porta. Ele entrou e eu pedi desculpas, disse que estava decidindo se abriria. Ele sentou no meu sofá e eu sentei na poltrona. Eu não queria ficar ao alcance dele, ELE teria que me alcançar. Ele pôs a carteira e o celular (desligado!) no centro e ficou parado por alguns segundos. Perguntei o que era, então ele se levantou de repente, agarrou meu rosto e me beijou. Me beijou com força, com desejo, sugando minha língua e mordendo meu lábio inferior toda vez que descolávamos a boca. Depois começou a beijar meu rosto e ir descendo pelo pescoço. Comecei a gemer e entre um beijo e outro ele ia soltando palavras, frases incompletas, contando que esperava por aquele momento desde que me viu. Que em 10 anos nunca traiu a esposa, mas sempre se sentia atraído quando via uma mulher gostosa. Mas comigo era diferente, não era só atração, era fixação. Ele tinha que se envolver comigo.

Marcos foi descendo os beijos pelo meu pescoço e, com as mãos, agarrou minha camisa, como se fosse tirá-la. Segurei as mãos dele. Ele parou de me beijar e arregalou os olhos. Começou a pedir desculpas, mas pus meu dedinho na boca dele. Me levantei e o puxei pela mão até o meu quarto. Abri a porta e quando vi aquela cama, bateu um arrependimento. Eu ia mesmo fazer aquilo? Me virei, mas nem tive tempo de encarar o Marcos. Quando me virei, ele já veio beijando minha boca de novo. Com violência e desejo. E com as duas mãos, segurou minha bunda e apertou. Ficamos ali, nos beijando. Pus a mão no peito dele, ainda por cima da camisa, e fui descendo até a barriga. Pus os dedos por entre o espaço dos botões e fiquei mexendo no umbigo dele. E ele apertando meu bumbum. Até que, do jeito que as mãos estavam segurando meu bumbum, ele me puxou para cima. Eu fui com tudo e, com as pernas, entrelacei no corpo dele e fiquei ali, amarrada nele. Ele perguntou “Quer transar na cama que dorme com o marido é?” Na hora bateu arrependimento de novo, mas foda-se. Dei um sorriso malicioso e, enquanto nos dávamos selinhos, fui respondendo “Claro! É a estreia, quero serviço completo!” O Marcos me virou e me segurou no colo. Foi andando até a cama e me soltou. Caí na cama com os braços abertos, olhando para ele. Ele veio por cima de mim e começou a me beijar na boca, lamber meus lábios, lamber as laterais da minha boca. Eu segurei a camisa dele pela cola e puxei, torando os botões. Fui abrindo o cinto dele enquanto ele tirava minha camisa. Ele apertava meus seios ainda pelo sutiã e mexia as pernas para a calça ir descendo. E minha xaninha pegando fogo, super úmida, louca para receber uma pica gostosa. Logo o Marcos estava apenas de cueca boxers. E tirou minha bermuda. Fiquei de calcinha e sutiã. Ele desabotoou o sutiã enquanto eu tirava a cueca dele. Quando vi aquele instrumento, mandei que ele se sentasse. Ele sentou na cama e eu, só de calcinha (cor-de-rosa) fui até aquela coisa. Segurei o pau dele. O tamanho era normal, mas era muito grosso. Uma tora. Tanto que, mesmo estando muito duro, não ficava totalmente em pé. E tinha uma cabeçona cor-de-rosa LINDA, eu nunca tinha visto um pau daquele. Comecei a masturbá-lo e ele indo ao delírio. Eu notava ele apertando a coxa da cama e virando a cabeça para cima. E aí comecei a chupar. Ia chupando o pau dele, lambendo, descia lambemdo até o saco, lambia o saco, depois subia dando beijos no pau dele até chegar na cabeça. Começava a beijar a cabeça até abrir um pouco mais a boca, colocava a cabeça toda na boca e aí chupava. Fiquei fazendo esse movimento e o Marcos tremia. Até que de repente, do nada, ele gozou. Espirrou porra na minha cara, e eu adorei. Comecei a lamber os beiços, abaixei a cabeça e punhetei para que ele gozesse o resto de porra na minha boca. E ele nem se importou que minha boca estivesse suja com a porra dele. Veio e me beijou na boca. Ficamos nos beijando com minha boca cheia de porra, chupávamos a língua um do outro com todo aquele esperma na minha boca.

Olhei para o pau dele, tava murchinho. Ele disse que ia ter que descansar um pouqinho. Fomos ao banheiro lavar o rosto, lavar nossas bocas e pedi que ele escovasse os dentes melados com a própria porra dele com a escova do meu marido. Escovamos os dentes, voltamos pra cama. Ele disse que aind anão tinha me visto totalmente nua e eu disse que a calcinha só desceria quando ele estivesse duro de novo. Ficamos conversando e uns 10 minutos depois o Marcos começa a me beijar. Enquanto nos beijávamos, desci as mãos procurando e encontrei o pau dele duro feito pedra. Masturbei e ele tirou minha calcinha. Enquanto eu o punhetava, ele alisava meus lábios vaginais, passava o dedo no meu clitóris com muita delicadesa. Minha xaninha estava com alguns pelinhos, mas poucos. Ficamos nos acariciando por alguns minutos e ele perguntou se eu tomava anticoncepcionais. Respondi que sim, e aí ele começou a esfregar a cabeçona rosa na minha xana molhadíssima. Esfregou, esfregou e começou a enfiar devagar. E eu gemendo bem mansinho. Ele foi enfiando, enfiando e enfiou tudo. E começou a empurrar com um pouco mais de velocidade. Eu sentia o cordão com a aliança dele ralando em mim enquanto transávamos. E eu gemendo AI, AI, AI, AI, HMM, HMM, AI, ISSO, AI. Ficamos no papai-e-mamãe, com ele metendo gostoso dentro de mim por alguns minutos. Foram uns 15 minutos eu acho, não sei. Eu gozei e uns minutos depois ele comentou que ia gozar e eu mandei “Goza dentro!” E gozou. Parou para descansar de novo. Enquanto ele ficava na cama, fui nua até a cozinha e peguei um pouco de vinho. Voltei, dei o vinho a ele e ficamos dividindo a garrafa. Sentados, um de frente pro outro. Pouco depois o pau dele tava duro de novo. Ele só fez me segurar pela cintura e me puxar. Encaixou o pau em mim e começamos a trepar naquela posição, minha preferida. Peguei o celular e liguei pro meu marido. Ele atendeu, prendi a respiração para não gemer e falei de uma vez “Feliz aniversário de casamento, meu amor! Te amo!” Ele respondeu que me amava, dei tchau e desliguei. O Guilherme tirou o pau, disse que adorava minha bunda, era a grande fixação dele e perguntou se eu daria. Respondi que não e ele pediu para, pelo menos, me comer de quatro. Disse que sim. Fiquei de quatro e, enquanto, o Marcos, de joelho, começava a alisar minha bunda, alcancei o criado-mudo com a mão, abri a gaveta e peguei meu álbum de casamento. Comecei a folhear. O Marcos começou a meter na minha buceta por trás enquanto apertava minha cintura para pressionar minha bunda contra ele. Era maravilhoso sentir as carnes do meu bumbum amortecendo na região pubiana dele. Ele dava tapões deliciosos na minha bunda enquanto eu folheava meu álbum de casamento. Nessa posição o Marcos gozou de novo dentro de mim.

Ele tirou o pau para descansar. Comecei a beijá-lo, dando muitos selinhos na boca dele, e tirei o cordão do pescoço dele. Pus no meu. Disse que o grand finalle seria daquele jeito. Pelo olhar de safado ele gostou. Mas propôs um desafio: teria que ser na cama dele e da mulher dele. Concordei. Antes de sairmos, pedi que ele me ajudasse. Tirei o lençou que ainda estava meio melado de porra e pus na máquina de lavar. Viramos o colchão para evitar que qualquer coisa tenha ficado á vista. Forrei novamente a cama. Notei que o Marcos estava segurando minha calcinha e ele me disse que ia levá-la como recordação e também como vingança, porque rasguei a camisa dele. Ri e deixei, claro. Então fui vestir alguma coisa para irmos ao apartamento dele e ele disse que o desafio era justamente irmos nus. Por segurança perguntei onde estava a esposa e ele disse que ela passava a tarde na casa da mãe, só voltava à noite com o filho. Mas não concordei em irmos nus. Vesti a bermuda e a camiseta, ele pôs apenas a calça e disse que ia deixar a cueca para mim. Fomos pela escada para evitar encontrar vizinhos. Chegamos na casa dele e foi a vez dele me puxar pela mão até a cama do casal. Sentei e abri as pernas. Ele veio engatinhando e começou a lamber minha xana. Que língua maravilhosa! Ele lambia e eu gemia e tremia de prazer. Fiquei segurando e puxando o cabelo dele enquanto ele fazia o seviço. Gozei pela segunda vez. Para a saidera, ele me pôs de lado. Se ajoelhou o máximo que pode, levantou minha perna e a apoiou no ombro dele e já veio metendo na minha buceta que estava enxarcada. Ficou metendo e puxando meu cabelo, enquanto, com a outra mão, hora mexia na minha bucetinha, acariciava meu grelinho, hora mexia no meu umbigo, no meu piercing. Nessa posição ficamos por uns 20 minutos, foi a mais demorada. Gozei e depois de uns cinco minutos ele gozou dentro. Estávamos mortos. Ficamos deitados abraçadinhos, conversando e dando beijinhos. Quando anoiteceu, devolvi a aliança dele e voltei pra casa. 

Limpei todo meu quarto por segurança. O Marcos me interfonou e pediu meu celular. Trocamos números. Passamos o resto da noite trocando mensagens de texto. Inclusive durante o jantar. O Marcos me mandava mensagens que me deixavam molhadíssima e eu retribuía. O Guilherme perguntava quem era e eu dizia que era o pessoal da faculdade planejando um chá de bebê. Para enganá-lo, combinei com algumas amigas que me mandassem mensagens desejando feliz aniversário de casamento e sempre que uma delas chegava eu mostrava ao Guilherme. Terminado o jantar, ele quis ir pro motel e eu disse que estava com dor de cabeça. Claro que eu aguentava outra e até estava afim, mas o Guilherme merecia o castigo.

Nesse dia começaram minhas aventuras. Passei a trair o Guilherme frequentemente. Às vezes com amigos, às vezes com colegas, às vezes com pessoas que conheci há pouco tempo. Alguns se tornaram amantes fixos como o Marcos, que me come até hoje. Também comecei uma tradição: transaria com outro todo aniversário de casamento. Minha vida sexual melhorou e muito - e, quem diria, meu casamento também.

Espero que tenham gostado. O conto é longo, imagino que seja um saco, mas se tiverem gostado, me animo para escrever mais vezes contanto histórias tanto do passado quanto do presente. Todas sobre traição, é claro, afinal, são as transas mais interessantes.

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